Vida e Saúde

Quais são os riscos da cirurgia plástica?

Atualizado em: 12/12/2012

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Existem pessoas obcecadas por plástica, que cometem exageros em nome da beleza, com pedidos abusivos de intervenções. Frente a essa situação, o médico deve utilizar o bom senso, respeitando os limites da medicina, como aponta o cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Marcelo Norio Inada.

Segundo ele, a atitude correta é convencer o paciente dos exageros que não podem ser deliberados e, caso ele insista, recusar esse tipo de paciente. "Nesse momento, a seriedade do profissional é que determina a relação médico-paciente no primeiro contato no consultório", afirma Inada.

A cirurgia plástica exige limites e critérios rígidos de avaliação. "É bom lembrar que entre uma cirurgia e outra, é necessário respeitar o tempo de recuperação para evitar complicações e atitudes precipitadas", alerta o médico.

Antes de fazer qualquer cirurgia, o paciente deve ser submetido a uma série de exames que atestarão suas condições de saúde para a prática do procedimento. Na cirurgia plástica não é diferente. Avaliação cardiológica, hemograma completo, exame de urina, entre outros, são exames que dão segurança para a realização de um ato cirúrgico. Se a cirurgia é nos seios, o médico também solicita uma mamografia. Estando o paciente em plenas condições de saúde, não existem contraindicações específicas.

"É importante deixar claro para o paciente que a cirurgia plástica não é uma solução estética milagrosa. Vale destacar que, muitas vezes, a alteração é bem sutil e os resultados também variam de uma pessoa para outra. A mesma técnica aplicada num paciente pode não ter o mesmo resultado em outro", finaliza o cirurgião plástico.

Bonde

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