Vida e Saúde

Prorrogada a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite em João Pessoa

Atualizado em: 29/06/2013

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Prorrogado, em João Pessoa, a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite 2013. A mudança feita pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) pretende possibilitar que o município atinja a meta preconizada pelo Ministério da Saúde, que é imunizar cerca de 48 mil crianças. A vacinação pode ser realizada em todas as unidades de saúde da Capital e na Central de Imunização, situada no bairro da Torre, na Avenida Rui Barbosa.

Com o novo prazo, a Prefeitura de João Pessoa, por meio da SMS, pretende manter a erradicação da poliomielite no município, estabelecendo proteção coletiva por meio da disseminação do vírus vacinal no meio ambiente. Iniciada no dia 15 deste mês, a campanha já atingiu 35 mil crianças. Devem se vacinar todas as crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), em todo o município.

O secretário municipal de Saúde, Adalberto Fulgêncio, ressaltou que, apesar de a doença ter sido erradicada do país há 24 anos, é necessária a prevenção para evitar novos casos. “A imunização é imprescindível para que o Sistema Único de Saúde e a assistência à população sejam de qualidade”, disse.

Pólio

A paralisia infantil, ou poliomielite, é uma doença infectocontagiosa viral aguda que pode provocar sequelas permanentes ou levar à morte. O único reservatório da poliomielite é o homem. Acomete, em geral, os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, mas com sensibilidade preservada.
       
A vacina confere proteção contra os sorotipos 1, 2 e 3, e sua eficácia é em torno de 90% a 95%, com a administração das três doses. Este é o 33º ano de campanha nacional de vacinação contra a pólio e o 24º ano sem a doença no país.

Contraindicações

A vacina é contraindicada para crianças portadoras de infecções agudas com febre acima de 38º; com hipersensibilidade conhecida a algum componente da vacina, a exemplo de estreptomicina ou eritromicina; que, no passado, tenham apresentado qualquer reação anormal à vacina; imunologicamente deficientes devido a tratamento com imunossupressores ou com deficiência imunológica congênita; e crianças com história de paralisia flácida associada à vacina, após dose anterior da vacina poliomielite oral.

Portal Mulher de Fato, com assessoria

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