Vida e Saúde

Estado integra plano de ação de combate à dengue no Conde

Atualizado em: 01/04/2013

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A Secretaria de Saúde do Estado (SES), por meio da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, está apoiando a Prefeitura Municipal do Conde na execução do Plano de Ação de Combate à Dengue. As ações serão realizadas dias 3, 4, 5 e 6 de abril.

“A SES está dando todo o suporte para que o município do Conde execute as ações necessárias para combater a dengue. Estado e município estão unidos nessa luta que é de todos nós”, disse a gerente executiva de Vigilância em Saúde da secretaria, Talita Tavares.

Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde do Conde, Guiomar Medeiros Formiga, esse plano visa especificar os responsáveis pela adoção das ações de saúde pública e os meios disponíveis para enfrentar uma possível situação de epidemia de dengue. “É imprescindível, no caso de uma situação de epidemia, a efetivação de um plano que contemple as necessidades de recursos humanos e financeiros, como também adotar protocolos de conduta frente aos pacientes com suspeita de dengue”.

O Plano de Ação de Combate à Dengue tem como objetivo geral reduzir a incidência da doença do tipo clássica e prevenir a morbimortalidade, evitando assim a ocorrência de óbitos. Durante os quatro dias de execução, serão realizadas várias ações como palestras e mobilização social nas Unidades da Saúde da Família (USF) de Jacumâ, Carapibus, Conde, Mituaçu, Mata de Chica, Gurugi, Nossa Senhora da Conceição, palestras em escolas municipais e estaduais e visita às residências por agentes de saúde.

Ainda segundo Guiomar, este plano de ação visa divulgar de forma abrangente o combate à dengue, valorizando a coparticipação entre professores, alunos, gestores, profissionais de saúde, agentes de saúde e de endemias, religiosos e representantes da sociedade civil organizada.

“Devemos ficar cientes de que se conseguirmos mobilizar a sociedade teremos hábitos corretos e estaremos promovendo a inclusão de uma política de saúde sustentável, que visa a melhoria da qualidade de vida e não só a resolução parcial de um problema de saúde pública, pois acredito que a população deve participar ativamente na construção de novas soluções para os problemas coletivos”, disse.

Assessoria

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