Vida e Saúde

A imunização torna o organismo mais forte para reagir às doenças

Atualizado em: 06/06/2013

vacina

Todo mundo já tomou vacina ou aquelas famosas gotinhas quando era pequeno. Esse ritual serve para promover a imunização, tornando nosso organismo mais forte para reagir a doenças, venenos de animais e outros agentes.

Essa é a imunidade adquirida, aquela que o corpo desenvolve após receber soros e vacinas, também conhecida como imunização passiva.  A vacina é uma substância não reagente, geralmente feita com o vírus da doença, esteja ele morto ou inoculado.

Não reconhecendo que o vírus está morto, nosso corpo começa a fabricar substâncias que vão combatê-lo. Sendo assim, quando o organismo estiver suscetível ao contágio da doença, ele já terá criando anticorpos para defendê-lo.

A vacina foi criada em 1876 e desde então é uma das estratégias de prevenção mais significativas. No mesmo nível de importância, como medida de proteção à saúde infantil, está a amamentação.

As crianças são quem mais sofrem com a caótica situação sócio-econômica de países subdesenvolvidos, como o Brasil. Isso pode ser comprovado com os altos índices de mortalidade em algumas regiões do país e com o número de indivíduos com sequelas físicas, intelectuais e psicológicas decorrentes de doenças preveníveis por esquemas básicos de imunização.

Apesar de tantos benefícios, a imunização não está isenta de riscos. Ela pode causar, dentre outros problemas, infecção no local da inoculação, transmissão de doenças por meio do produto injetado e contaminação do material empregado na administração.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, o uso de vacinas de bactérias ou vírus vivos é considerado contra-indicação geral para portadores de doenças com deficiências imunitárias, como imunodeficiência combinada à gamaglobulina ou hipogamaglobulina, pacientes com imunodeficiências por defeitos congênitos ou enfermidades ativas do sistema linfoide ou reticuloendotelial (leucemia, linfoma, doença de Hodgkin), imunodepressão devido a terapia com corticoide sistêmico em altas doses, com atimetabólitos, agentes alquilantes ou irradiação, grávidas, salvo situações de alto risco de exposição a algumas doenças virais imunopreveníveis, como febre amarela, por exemplo.

Assessoria

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