Trabalho

Coworking familiar tem espaço para pais e filhos

Atualizado em: 23/03/2017

casa_de_viver_crianca_2

Que já existem ideias de como se trabalhar com as crianças por perto, você já deve saber. Mas ir ao escritório junto com seu filho, já pensou?

Um Coworking já disponibiliza espaço para os pequenos, enquanto os pais trabalham acompanhando o crescimento do filho.

 

 

 

COWORKING FAMILIAR TEM ESPAÇO PARA PAIS E FILHOS

Objetivo da Casa de Viver, de São Paulo, é que mães e pais acompanhem o desenvolvimento das crianças pequenas
Escritórios compartilhados, salas de reuniões e eventos de empreendedorismo: a Casa de Viver, de São Paulo, tem as características mais comuns dos coworkings. A diferença está em um aspecto central do empreendimento: o espaço das crianças. O local, aberto em 2015 por Carina Lucindo Borrego, 37 anos, e Fernanda Santiago Torres, 38, tem o objetivo de proporcionar às mães e aos pais um local de trabalho que permita o contato com os filhos. “Queremos que esses profissionais possam desempenhar suas atividades e também acompanhar o desenvolvimento da criança. Essa proximidade é muito importante na primeiríssima infância”, afirma Fernanda.
No andar de cima, os adultos compartilham três salas de escritório, espaço para reuniões e auditório. Lá, ocorrem palestras e encontros com temas relacionados ao empreendedorismo e à maternagem. No térreo, os pequenos se divertem em um salão com brinquedos e cuidadoras. Elas gerenciam o espaço e fazem atividades adequadas a cada a faixa etária. O lugar é voltado para crianças de até 3 anos e 11 meses, mas os irmãos mais velhos deles são aceitos no contraturno escolar – a ideia é que os pais não tenham de deixar um filho em cada lugar.

O espaço tem hoje 17 coworkers – a capacidade total é para 30 profissionais. São profissionais liberais e empresas de áreas diversas. As empreendedoras prestam consultoria para outros coworkings que queiram ter o formato familiar. O objetivo é ter franquias em breve, para que haja pelo menos um espaço da marca em cada região de São Paulo. O investimento inicial em um negócio como esse é de R$ 240 mil. “Temos também o projeto de montar estações assim dentro de empresas, para que as mães que retornam de licença-maternidade possam continuar perto dos bebês. Queremos mudar essa cultura de olhar feio para a mulher que sai do trabalho para amamentar”, diz Carina.

 

casa_de_viver_escritorio_2

Fonte: PEGN 

Trabalho