Política

10 mulheres que estão fazendo a diferença na política dos EUA

Atualizado em: 28/03/2015

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Na capital da maior potência econômica do mundo, as mulheres, finalmente, começam a ter mais representatividade. A edição de março da ELLE USA publicou sua lista anual de mulheres inspiradoras dentro de Washington. Aqui estão elas:

 

Stephanie Schriock, presidente da Emily’s list

 

STEPHANIE SCHRIOCK

Uma das maiores qualidades de Stephanie Schriock é sua força de vontade e dedicação à missão de colocar, na política, mulheres democráticas que sejam favoráveis ao aborto. Até agora, o projeto Emily’s List, do qual faz parte, ajudou a eleger mais de 100 congressistas, 19 senadoras, 10 governadoras, e centenas de oficiais locais. Schriock é conhecida por ser uma mais fortes apoiadoras da iniciativa, além de estar sendo cotada como possível administradora da campanha de Hillary Clinton em 2016.

Dorothy Mcauliffe, primeira dama do estado da Virginia

DOROTHY MCAULIFFE,

Sendo mãe de cinco crianças, pode-se dizer que Dorothy possui bastante experiência ao administrar conflitos de personalidade e competição por atenção. Ela permaneceu por trás dos bastidores enquanto seu marido, Terry McAuliffe, atual governador da Virginia, era presidente de campanha dos Clintons. Mas, como esposa do governador, ela tem dado grandes passos em sua tentativa de erradicar a fome de crianças pelo estado.

 

Nicolle Wallace, política, romancista e apresentadora do programa “The View”

NICOLLE WALLACE

“Quando consegui meu trabalho no The View, comecei a usar vestidos Roland Mouret, Stella McCartney e Victoria Beckham. Essas roupas foram uma revelação chocante para mim, descobri que eles são a arte de alguém”. Essa fala pertence a uma mulher recém-convertida à moda: Nicolle Wallace, contando de sua vida como uma estrela da mídia. Wallace foi diretora de comunicação na campanha de reeleição de Grerge W. Bush e conselheira sênior de John McCain em 2008. Ela descarta a possibilidade de pegar outra campanha no futuro, mas diz que, apesar de torcer pelo candidato republicano, não torcerá contra Hilary Clinton, por quem sente solidariedade feminina. “As pessoas ficam questionando se ela será uma boa avó ou servirá ao cargo. Você sabe quantos homens avôs existem no senado? Alguém fica se questionando se eles são bons avôs ou bons profissionais? É ridículo.”

 

Cecilia Muñoz, Diretora do conselho de políticas públicas da Casa Branca

CECILIA MUÑOZ

“Eu aprendi muito cedo que se eu quisesse ser levada a sério sendo mulher, teria que realmente saber do que eu estava falando”. Foi essa filosofia que levou Cecilia Muñoz ao papel de Diretora do Conselho de Políticas Domésticas do governo de Obama. Ao se tratar de moda, ela prefere usar vestidos porque “não envolve grandes decisões”. “Há algumas coisas pelas quais tenho grande afeto sentimental, como os brincos que minha sogra me deu – ela é da Índia e as joias são feitas de ouro indiano”.

 

Jen Psaki, porta-voz do departamento de estado dos estados unidos

JEN PSAKI

Jen Psaki viajou a 55 países com o Secretário de Estado Joh Kerry, e a muitos mais em seu trabalho anterior, como porta-voz do Presidente Obama – e isso tudo com apenas 36 anos. Recentemente, Psaki sofreu ataques da mídia russa, após criticar a intervenção ilegal do país na Ucrânia. “Eles falam do que eu visto, do meu cabelo, há desenhos meus, é definitivamente sexista”, ela diz. Mas, para PSaki, ser alvejada é apenas mais um dia de trabalho. “É uma espécie de medalha de honra que eles precisem encontrar formas de me descreditar”

 

Elise Stefanik, representando do 21 distrito de NY

ELISE STEFANIK

O que é realmente impressionante não é que Elise Stefanik, com 30 anos, seja a mulher mais jovem a ter sido eleita no Congresso, mas sim o fato dela já ser uma veterana de Washington. Para se ter uma ideia, ela é tão jovem que sua primeira escolha presidencial foi a reeleição de Bush, em 2004. Não muito tempo depois, Stefanik foi direto para a Casa Branca, com seu diploma de Harvard, chegando justamente quando uma vaga de assistente especial estava aberta. Ela conta que ainda está animada por ter conseguido o posto, já que sabia que não era a favorita. “Eu acho que ser subestimada acabou sendo uma qualidade. Sabia que aparentava ser jovem e não parecia uma típica candidata a um cargo federal. Então, ao invés de ir contra isso, eu abracei a ideia”.

 

Muriel Bowser, prefeita de Washington, D.C.

MURIEL BOWSER

O congresso estadunidense pode ser majoritariamente um clube fechado e masculino, mas a recente eleição de Muriel Bowser como prefeita de Washington, pode significar que as mulheres estão aumentando sua participação na política. Bowser diz que a maior surpresa dos 20 meses que esteve em campanha foi à reação positiva de jovens garotas. “Elas viram uma mulher local ganhando destaque e ficaram tão animadas. Elas realmente me deram inspiração”.

 

Amy Klobuchar, senadora sênior de Minnesota

AMY KLOBUCHAR,

Amy Klobuchar foi a primeira senadora mulher de Minnesota e a primeira Procuradora de Minneapolis – não é nenhuma surpresa que ela esteja na lista de mulheres que podem chegar a ser presidentes. Conhecida por seu bom-humor, ela se formou advogada em Yale e na Universidade de Chicago. Desde que iniciou sua carreira, ela tem lutado por tudo, desde direitos dos consumidores a tráfico sexual.

 

Gwen Iffil, âncora do ”PBS NEWSHOUR”, moderadora da “WASHINGTON WEEK” e escritora

GWEN IFFIL

Após três décadas em Washignton, Gwen Ifill pode dizer que possui uma carreira sólida. “Essa é a cidade em que vivo, é a cidade que eu cubro, e é onde as pessoas enfurecem o resto do país e não parecem chegar ao fundo de nada”.

 

Ruth Bader Ginsburg, parte da Suprema Corte dos Estados Unidos

ruth bader

Advogada e jurista visionária, defensora ferrenha dos diretos das mulheres, apoiadora da igualdade de gêneros antes que isso virasse mainstream, e a segunda mulher fazer parte da Suprema Corte, Ruth Bader Ginsburg é uma mulher que não precisa de muitas apresentações nos Estados Unidos. Quando falamos de moda, ela também segue seu próprio caminho, com luvas de renda, um chapéu de vez em quando e sua toga tradicional.

 

Fonte: MdeMulher

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