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Formiga: a jogadora luta pelas próximas gerações do futebol feminino

Atualizado em: 19/04/2015

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Ela pode não ter o mesmo reconhecimento que nossos craques, mas é tão talentosa quanto os profissionais do esporte mais amado do Brasil.

Ela pode não ter o mesmo reconhecimento que nossos craques, mas é tão talentosa quanto os profissionais do esporte mais amado do Brasil. Apesar de ser a única jogadora do mundo a disputar as cinco edições das Olimpíadas desde que o futebol feminino tornou-se esporte olímpico em Atlanta (1996), e ter vestido a camisa da Seleção por mais de 100 jogos, Formiga não se deixa envaidecer pelos “rankings”. Quer mesmo é ver o progresso das futuras gerações de jogadoras.

Com 34 anos, Miraildes Maciel Mota, a Formiga, começou ainda menina a jogar futebol nas ruas de Salvador, onde nasceu. Profissionalmente, iniciou carreira num time baiano e não parou mais. Além dos diversos clubes nacionais e internacionais pelos quais passou, está na Seleção desde 1995.

Com o time feminino brasileiro, conquistou seis importantes medalhas: duas de ouro e uma de prata nos Jogos Pan-Americanos, duas pratas nas Olimpíadas e um vice Mundial. Um grande feito para a categoria que sofre com a falta de clubes para jogar, campeonatos para disputar e baixos salários.

Formiga, que ganhou o apelido pela estatura pequenina, joga atualmente no América de Natal e é uma líder como poucas. A meia aproveita sua fama para, sempre que pode, lembrar que o futebol feminino, apesar de reconhecido, precisa de apoio para a qualidade de vida das mulheres que calçam as chuteiras. O baixo ou nenhum investimento é a “marca” da categoria. Apesar disso, Formiga não deixa a bola parar de rolar.

Fonte: Da Redação com Tempo de Mulher

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