Dinheiro e Finanças

Principal desafio financeiro das mulheres é fazer sobrar dinheiro ao fim do mês

Atualizado em: 18/06/2015

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Ficar livre do endividamento é um grande desafio para muitas mulheres, mas o principal obstáculo em relação a finanças é fazer sobrar dinheiro ao fim do mês. A realidade foi apontada em estudo realizado em diversas regiões do país pelo instituto de pesquisas online Opinion Box em parceria com o site Finanças Femininas, que levou em consideração uma base de mil mulheres.

Entre diversas alternativas que apresentavam dificuldades em relação a dinheiro, a principal resposta dada pelas entrevistadas foi não conseguir fazer sobrar ao fim do mês (38%). Superada essa dificuldade, a pesquisa indica que elas farão uso das reservas de forma bastante responsável, tendo em vista que a segunda principal resposta foi buscar entender as diversas formas de investir (19,2%).

 

Endividamento

Quando o assunto é endividamento, cerca de 72% das mulheres entrevistadas já tiveram uma dívida em algum momento da vida. Deste total, cerca de 20% gastaram de 1 a 3 anos para quitar as pendências. Quanto ao momento atual, os dados mostram que os percentuais de mulheres sem dívidas e aquelas que estão arcando com pendências financeiras estão bem equilibrados. Entre as entrevistadas, 51,4% estão com alguma dívida, contra 48,6% que disseram estar livres do endividamento.

Em relação ao gasto do dinheiro, quase 53% das mulheres disseram ser consumistas, ante 47% que se consideram ponderadas. Já quanto ao uso do cartão de crédito, a maior parte das entrevistadas garante que mantém os gastos sob controle. Pelo menos 6 em cada 10 mulheres disseram que sabem exatamente qual é o valor da fatura ao fim do mês. Na outra ponta, quase 20% disseram que o valor da fatura é sempre uma surpresa. Outros 20% das entrevistadas disseram não ter cartão de crédito.

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Controle das despesas

O cuidado com o orçamento é uma preocupação da maioria das entrevistadas. No entanto, chama atenção o fato de quase 27% das entrevistadas terem dito que não controlam os gastos. Quanto aos métodos de controle, de forma geral, a maioria prefere controlar os gastos do jeito mais convencional, anotando tudo à mão (40%), seguido da planilha de gastos(24%), o arquivamento de extratos (19,3%) e, por fim, o uso de aplicativos, escolhido por somente 6,8% das entrevistadas.

Em casa, a renda feminina é extremamente importante. Somente 13,9% das entrevistadas disseram não pagar nenhuma conta em casa. A maior fatia ficou para aquelas que contribuem para o pagamento de uma quantidade expressiva de contas na casa, mas que não chega a ser a metade (33%), seguido daquelas que pagam metade de todas as contas do lar (21,5%). Há que se considerar também que quase 17% das entrevistadas são solteiras ou divorciadas e arcam com todas as contas da casa sozinhas.

Na hora de controlar o orçamento, a fatia mais expressiva das entrevistadas afirmou que o casal divide a tarefa (42,1%). Na sequência, aparecem as solteiras e divorciadas, responsáveis por organizar o orçamento sozinhas (22,1%).

 

Fonte: Finanças Femininas

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