Dinheiro e Finanças

7 “economias” que não valem a pena

Atualizado em: 03/05/2015

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Dos ditados que aprendemos com nossos mais velhos, vale destacar aquele que diz “que o barato muitas vezes sai caro”. Economizar no dia a dia é importante, mas é preciso avaliar bem certas escolhas. Alguns hábitos podem até parecer uma boa solução em um primeiro momento, mas suas consequências podem acabar pesando no bolso.

Desde o consumo de alguns itens em casa até gastos que temos com transporte, por exemplo, é possível identificar vários exemplos de escolhas equivocadas com o objetivo de economizar.

 

Usar lâmpadas incandescentes

Elas podem até ser mais baratas no supermercado, mas o prejuízo que elas causam pode ser percebido na conta de luz. Além de iluminarem muito menos que as fluorescentes ou de LED, o aproveitamento de energia delas é baixíssimo. Apenas 5% da energia consumida transforma-se em luz, os demais 95% perdem-se em calor.

 

Manter geladeira antiga

A relutância em substituir aquela geladeira comprada há 20 anos por um modelo mais novo também pesa no bolso todo mês. Para quem não sabe, os modelos mais velhos podem consumir 200% a mais de energia elétrica.

O dinheiro gasto mensalmente com a conta de luz poderia ser usado no parcelamento de uma geladeira mais moderna e econômica.

 

Fazer improvisos na rede elétrica
A famosa gambiarra que nunca dá certo. Aquela ideia de mexer na tubulação de fios e improvisar uma extensão aqui e outra ali, além de ser super arriscada, pode gerar um baita prejuízo. Um curto circuito no meio destes improvisos pode queimar vários eletrodomésticos, um baita prejuízo.

Não é preciso nem falar muito sobre os “gatos” para aproveitar a TV por assinatura do vizinho, né? É uma prática ilegal, todo mundo concorda que não compensa ser presa por tentar economizar desonestamente.

 

Comprar alimentos perecíveis perto da data de vencimento

Quando passamos pela seção de laticínios do supermercado é comum encontrarmos anúncios com promoções. A questão é que muitos alimentos em oferta estão próximos da data de validade.

Se você não pretende consumi-los rapidamente, é uma economia que não compensa. De que adianta pagar barato pela comida e vê-la estragar na geladeira ao longo da semana?

 

Metrô/ônibus ou táxi?

Pagar sozinha por uma corrida de táxi sendo que o trajeto pode ser facilmente feito de ônibus ou metrô não faz sentido. No entanto, se você estiver com mais três pessoas e todos com a intenção de ir para um local não tão distante, compensa muito mais dividir uma corrida de táxi, não é verdade?

 

Você sai de casa com a turma querendo dançar, coloca o nome da lista da boate, que vai te garantir pagar R$ 10, R$ 20 a menos do que a entrada sem nome na lista. Só que quando chega na porta da boate, percebe uma fila de dar voltas no quarteirão, enquanto as pessoas que estão fora da lista estão entrando normalmente.

Pense bem, vale a pena pagar um pouco menos, mas passar grande parte da sua madrugada em uma fila ou pagar um pouco a mais para aproveitar a noite inteira?

 

O lanche na rua

Passou o dia inteiro em uma correria sem fim, transitando de um lugar para o outro e mal teve tempo para almoçar direito. De repente a fome bate forte e a primeira coisa que vê é aquela lanchonete pouco confiável com um salgado exposto. Ao lado de fora, parece estar bom, mas você não faz a menor ideia se está fresco ou não.

Pagar barato por um lanche, mas sem saber da procedência do alimento, pode ser uma enorme cilada. As chances daquilo lhe fazer passar mal são grandes. Economizou no lanche, mas vai ter que gastar com remédio para o estômago.

 

Fonte: Finanças Femininas

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