Cultura

40 filmes imperdíveis do cinema brasileiro

Atualizado em: 19/06/2017

OLGA, Camila Morgado, 2004, (c) Lumiere

Para homenagear o Dia do Cinema Nacional, trouxemos uma seleção de 40 filmes brasileiros pra você se inspirar e apreciar um pouco mais, nesta segunda-feira, nossas obras cinematográficas.

 

 

40 filmes imperdíveis do cinema brasileiro
Dos clássicos, como “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, às comédias modernas, como “De Pernas Pro Ar”, confira os filmes que enriquecem o cinema nacional

Hoje é Dia do Cinema Brasileiro. Vamos aproveitar para acabar com aquele estigma de que os filmes nacionais são ruins? Glauber Rocha, Cacá Diegues, Guel Arraes, entre outros cineastas de destaque, estão aqui para provar que tem muito filme nacional de qualidade, sim! Da comédia ao drama, passando pela ação, muitas de nossas produções já concorreram e ganharam prêmios internacionais. Vamos conferir!

1 – Limite (1931)
O filme causou polêmica, tendo quebra-quebra durante suas primeiras exibições e, por muito anos, não foi exibido novamente, sendo recuperado apenas nos anos 70. Do diretor Mário Peixoto, a produção se tornou uma obra-prima do cinema nacional.

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Limite 1931

2 – Sai da Frente (1952)
O filme se passa em apenas um dia e foi um grande sucesso, que acabou tirando a produtora Vera Cruz das dificuldades financeiras por um tempo. Foi a estreia de Mazzaropi nos cinemas.

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Sai da Frente 1952

3 – Orfeu do Carnaval, também conhecido como Orfeu Negro (1959)
O filme é ítalo-franco-brasileiro, baseado na peça teatral “Orfeu da Conceição”, de Vinícius de Moraes, foi o único em língua portuguesa, até hoje, a ganhar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Também recebeu a Palma de Ouro, no Festival de Cannes, e o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.

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Orfeu Nego 1959

4 – O Pagador de Promessas (1962)
Baseado em uma peça teatral homônima de Dias Gomes, o filme foi escrito e dirigido por Anselmo Duarte e é o único filme brasileiro a conquistar a Palma de Ouro do Festival de Cannes (1962) até hoje. Foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (1963), ganhou o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cartagena (1962) e, no San Francisco International Film Festival, em 1962, levou o prêmio Golden Gate, nas categorias Melhor Filme e Melhor Trilha Sonora.

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O Pagador de Promessas 1962

5 – Vidas Secas (1963)
Baseado no livro de Graciliano Ramos e dirigido por Nelson Pereira dos Santos, o filme é o único brasileiro a ser indicado pelo British Film Institute como uma das 360 obras fundamentais em uma cinemateca. No Festival de Cannes de 1964, foi indicado à Palma de Ouro e ganhou o prêmio de Melhor Filme pelo Office Catholique International du Cinéma – OCIC.

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Vidas Secas 1963

6 – Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964)
Considerado um marco do Cinema Novo no Brasil, “Deus e o Diabo na Terra do Sol” foi dirigido por Glauber Rocha. O drama foi indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes (1964).

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Deus e o Diabo na Terra do Sol

7 – O Bandido da Luz Vermelha (1968)
O filme policial foi inspirado nos crimes do famoso assaltante João Acácio Pereira da Costa, conhecido como Bandido da Luz Vermelha. Foi dirigido por Rogério Sganzerla quando este tinha apenas 22 anos e é considerado um clássico do cinema marginal.

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O Bandido da Luz Vermelha

8 – Macuinaíma (1969)
Um clássico do cinema brasileiro, “Macunaíma” é uma comédia escrita e dirigida por Joaquim Pedro de Andrade, baseada no livro homônimo de Mario de Andrade. Entre os atores, Grande Otelo, Paulo José e Dina Sfat estrelam a produção que ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Mar del Plata 1970 (Argentina).

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macunaíma

9 – O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (1969)
De 1969, o filme mistura cordel e ópera, contando uma história simples de forma alegórica. No elenco, Hugo Carnava, como Mattos, e Maurício do Valle, como Antonio das Mortes – nome com o qual o filme ficou conhecido internacionalmente. A produção rendeu a Glauber Rocha o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes.

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O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro – 1969

10 – Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976)
Foi por 34 anos o filme recordista de público no cinema brasileiro, levando mais de 10 milhões de espectadores aos cinemas (foi ultrapassado por “Tropa de Elite 2”). Baseado no livro homônimo de Jorge Amado, foi dirigido por Bruno Barreto e ganhou dois Kikitos no Festival de Gramado: Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora. Também foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.

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Dona Flor e seus Dois Maridos

11 – Xica da Silva (1976)
Dirigido por Cacá Diegues, o filme é baseado no livro homônimo de João Felício dos Santos. Conta a história da escrava Chica da Silva e traz Zezé Motta e Walmor Chagas nos papeis principais.

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Xica da Silva 1976

12 – A Dama do Lotação (1978)
Dirigido por Neville de Almeida e baseado em uma história de Nelson Rodrigues, o filme é a quarta maior bilheteria da história do cinema brasileiro, tendo levado mais de 6,5 milhões de espectadores aos cinemas. O drama erótico é protagonizado por Sônia Braga.

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Eles não usam Black-Tie 1981

13 – Bye Bye Brasil (1979)
Considerado uma das principais produções da década de 70, foi dirigido por Cacá Diegues e contou com José Wilker, Bety Faria e Fábio Junior no elenco. Foi indicado à Palma de Ouro, no Festival de Cannes de 1980, e ganhou dois prêmios no Festival de Havana do mesmo ano: Melhor Diretor e Prêmio Coral Especial de Gênero de Ficção.

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Bye Bye Brasil 1979

14 – Eles não usam Black-Tie (1981)
Baseado na peça homônima, traz no elenco Fernanda Montenegro e Gianfrancesco Guarnieri (autor da peça original), e recebeu inúmeros prêmios, entre eles, o Leão de Prata, no Festival de Veneza.

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Eles nao usam black tie

15 – Memórias do Cárcere (1984)
Uma adaptação do livro homônimo de Graciliano Ramos, o filme foi roteirizado e dirigido por Nelson Pereira dos Santos, e estrelado por Carlos Vereza e Glória Pires. A produção rendeu a Nelson o Prêmio FIPRESCI, no Festival de Cannes, e o Prêmio Grand Coral, no Festival de Havana.

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Memórias do Cárcere 1984

16 – A Hora da Estrela (1985)
Adaptado do livro homônimo de Clarice Lispector, filme rendeu à diretora Suzana Amaral o prêmio de Melhor Diretor, no Festival de Havana. A diretora também ganhou o prêmio da crítica, no Festival de Berlim, e foi indicada ao Urso de Ouro. Marcélia Cartaxo, protagonista, levou o Urso de Prata, no Festival de Berlim.

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Hora da Estrela

17 – Eu Sei Que Vou Te Amar (1986)
Um drama estrelado por Fernanda Torres e Thales Pan Chacon, o filme foi dirigido por Arnaldo Jabor e gravado em uma casa projetada por Osacr Niemeyer em 1948. Nele, um casal resolve viver um jogo da verdade em uma psicanálise filmada. A produção rendeu à Fernanda Torres o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes.

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Cena do filme Eu Sei Que Vou Te Amar;

18 – O Quatrilho (1995)
O filme, produzido por Fábio Barreto e baseado no livro homônimo, foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. A produção traz Glória Pires e Patrícia Pilar entre os protagonistas e rendeu à primeira o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Havana. O filme, que conta a história de dois casais que moram sob o mesmo teto até que o marido de um se apaixone pela esposa do outro (e vice-versa), é baseado em fatos reais.

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O Quatrilho

19 – O Que É Isso, Companheiro? (1997)
Baseado no livro homônimo de Fernando Gabeira, escrito em 1979, o filme foi dirigido por Bruno Barreto e lançado nos Estados Unidos com o nome de “Four Days in September”. Concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e ao Urso de Ouro, no Festival Internacional de Berlim.

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O Que É Isso, Companheiro 1997

20 – Central do Brasil (1998)
Com este filme, Fernanda Montenegro foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. A lista de prêmios é extensa: Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro; Melhor Atriz para Fernanda Montenegro no New York Film Critics Circle Awards, no Los Angeles Film Critics Association Award, no National Board of Review, no International Film Festival Fort Lauderdale e no Troféu APCA – que também rendeu os prêmios de Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Fotografia; Melhor Filme Estrangeiro no International Press Academy, no British Academy of Film and Television Arts, no Satellite Awards e no National Board of Review, Urso de Ouro e Urso de Prata para Fernanda Montenegro no Festival de Berlim; e Melhor Filme e Melhor Atriz para Fernanda Montenegro no Festival de Cinema de Havana.

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Central do Brasil 1998

21 – O Auto da Compadecida (1999)
Baseado na peça teatral homônima de Ariano Suassuna, o filme é dirigido por Guel Arraes com roteiro de Adriana Falcão. Com ele, Matheus Nachtergaele ganhou os prêmios de Melhor Ator do Viña del Mar Film Festival e do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro – que também premiou o filme nas categorias Melhor Diretor, Melhor Roteiro e Melhor Lançamento.

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O Auto da Compadecida 1999

22 – Bicho de Sete Cabeças (2001)
Um dos filmes brasileiros mais aclamados de todos os tempos, ganhou inúmeros prêmios, nacional e internacionalmente, incluindo de Melhor Ator para Rodrigo Santoro, como o protagonista Neto. A produção é baseada no livro autobiográfico de Austregésilo Carrano Bueno, Canto dos Malditos.

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Bicho de Sete Cabeças 2001

23 – Cidade de Deus (2002)
Produzido por Fernando Meirelles, o filme foi indicado ao Oscar de 2004 nas categorias Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição e Melhor Fotografia. Ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro nas categorias Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Som e Melhor Montagem. A produção é uma adaptação roteirizada por Bráulio Mantovani do livro homônimo de Paulo Lins.

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Cidade de Deus 2002

24 – Ônibus 174 (2002)
O documentário conta a história do sequestro ao ônibus da linha 174, que aconteceu no dia 12 de junho de 2000 e foi televisionado. A produção de José Padilha ganhou prêmio de Melhor Documentário no Emmy Awards (2005), no Festival de Havana (2003), na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2002) e no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro (2002) – neste último, também ganhou o prêmio de Melhor Filme Brasileiro.

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12.06.2000 – Custódio Coimbra – RI – Assalto ao ônibus 174 com reféns no Jardim Botânico.

25 – Madame Satã (2002)
O filme brasileiro e francês traz a biografia de João Francisco dos Santos: malandro, artista, presidiário, pai adotivo de sete filhos, negro, pobre e homossexual, que era conhecido como “Madame Satã”. Dirigido por Karim Aïnouz, ganhou o prêmio de Melhor Filme no Chicago International Film Festival, além de Melhor Direção de Arte e Prêmio Especial do Júri para Melhor Primeiro Trabalho no Festival de Havana, entre outros prêmios.

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Madame Satã 2002

26 – Edifício Master (2002)
É um documentário dobre um edifício em Copacabana, no Rio de Janeiro, com cerca de 500 moradores. Levou o prêmio de Melhor Documentário no Festival de Gramado, no Festival de Havana, no Margarida de Prata, no Troféu APCA, além do Prêmio da Crítica da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

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Edificio Master

27 – Os Normais: O Filme (2003)
Inspirado na série de TV de mesmo nome, teve mais de um milhão de espectadores apenas na semana de estreia. No Festival de Cinema Brasileiro de Miami, recebeu o Best Movie Public Prize – melhor filme por voto popular.

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Os Normais O Filme 2003

28 – Lisbela e o Prisioneiro (2003)
Dirigido por Guel Arraes, a produção é uma adaptação da peça homônima de Osman Lins. Levou mais de 3 milhões de pessoas aos cinemas, sendo o sétimo filme mais visto no Brasil em 2003. Destaque para a atuação de Selton Mello, que ganhou prêmio de Melhor Ator no Grande Prêmio Cinema Brasil.

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Lisbela e o Prisioneiro 2003

29 – Carandiru (2003)
Baseado no livro Estação Carandiru, de Dráuzio Varella, o filme narra o cotidiano da extinta casa de detenção, até o massacre de outubro de 1992, quando 111 presos foram mortos pela polícia. Foi dirigido pelo argentino naturalizado brasileiro, Hector Babenco. Ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Cartagena e foi indicado a Palma de Ouro no Festival de Cannes, entre outros.

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Carandiru 2003

30 – Olga (2004)
Apesar da recepção negativa na imprensa alemã (o filme conta a história da alemã, judia e comunista Olga Benário Prestes), sendo sucesso de bilheteria no Brasil. Ganhou diversos prêmios nacionais, além do Prêmio do Público, no Festival de Havana.

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OLGA, Camila Morgado, 2004, (c) Lumiere

31 – Cazuza – O Tempo Não Para (2004)
Um drama biográfico, o filme conta a história do cantor e compositor Cazuza. Dirigido por Sandra Werneck e Walter Carvalho, é baseado no livro “Cazuza, Só As Mães São Felizes”, escrito por Lucinha Araújo, mãe do cantor, e a jornalista Regina Echeverria. Venceu inúmeros prêmios, incluindo o Brazilian Film Festival de Miami, nas categorias Melhor Filme e Melhor Ator, para Daniel de Oliveira.

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Cazuza – o tempo nao para

32 – 2 Filhos de Francisco (2005)
O filme é um drama baseado na história dos músicos Zezé Di Camargo e Luciano. Nos três primeiros dias em cartaz, o filme já havia sido assistido por mais de 270 mil espectadores. Foi um marco do cinema nacional, superando a bilheteria de “Carandiru”.

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2 Filhos de Francisco 2005

33 – Se Eu Fosse Você (2006)
Foi o filme brasileiro mais assistido de 2006, levando mais de 3,5 milhões de pessoas ao cinema. Sua continuação (“Se Eu Fosse Você 2”), se tornou um dos filme nacionais mais assistidos desde a retomada, sendo superado apenas por “Tropa de Elite 2”. O filme chegou a ser citado na série americana “Ugly Betty”, no episódio “Bananas For Betty”.

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Se Eu Fosse Você

34 – Tropa de Elite (2007)
Dirido por José Padilha e estrelado por Wagner Moura, o filme foi sucesso de bilheteria, estreando em primeiro lugar, mesmo com os problemas que sofreu com a pirataria (estima-se que mais de 11 milhões de brasileiros assistiram o filme de forma ilegal). Ganhou o Urso de Ouro de Melhor Filme no Festival de Berlim de 2008, o prêmio de Melhor Filme do Festival Hola Lisboa no mesmo ano, além de nove categorias no Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro.

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Tropa de Elite

35 – Meu Nome Não É Johnny (2008)
A produção dirigida por Mauro Lima é baseada no livro homônimo de Guilherme Fiuza e conta a história verídica de João Guilherme Estrella, um traficante da Zona Sul do Rio de Janeiro. Ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles, entre outros.

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Meu Nome Nao E Johnny 2010

36 – De Pernas Pro Ar (2010)
Estrelado por Ingrid Guimarães e Maria Paula, o filme foi sucesso de bilheteria e inspirou uma continuação, que também levou milhões de pessoas aos cinemas. A comédia foi dirigida por Roberto Santucci.

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De Pernas Pro Ar 2010

37 – Xingu (2011)
A produção conta a trajetória dos irmãos Villas-Bôas a partir do momento em que se alistam para a Expedição Roncador-Xingu, parte da Marcha para o Oeste de Getúlio Vargas, em 1943. As filmagens foram feitas, em sua maioria, no Parque Indígena do Xingu, no Tocantins. O filme foi adaptado para a televisão em 2012 e exibido em quatro episódios.

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Xingu

38 – Minha Mãe é Uma Peça (2013)
Escrito e estrelado por Paulo Gustavo e baseado na peça de mesmo nome, também do comediante, foi o filme mais visto nos cinemas brasileiros em 2013. Foram mais de 4,5 milhões de espectadores.

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Minha Mae E Uma Peça

39 – Serra Pelada (2013)
O filme conta a história de uma jornada ao maior garimpo a céu aberto do século. Dirigido por Heitor Dhalia, o filme é estrelado por Juliano Cazarré, Júlio Andrade, Sophie Charlotte, Wagner Moura e Matheus Nachtergaele.

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Serra Pelada 2013

40 – Que Horas Ela Volta? (2015)
Internacionalmente premiado em festivais de cinema, como os de Berlim e Amsterdam, por exemplo, o filme foi reconhecido como um dos cinco melhores filmes estrangeiros do ano pela organização norte-americana, National Board of Review. O destaque também foi para a atuação de Regina Casé, como a empregada doméstica Val.

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Que Horas Ela Volta 2015

Fonte: Midiorama 

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