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Soro fisiológico para hidratar o rosto? veja como usar.

Atualizado em: 31/07/2015

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Já ouviu falar em  soro fisiológico para hidratar a pele?  O líquido, fácil de achar em farmácias e bem baratinho (em torno de R$ 5 o frasco de 500 ml) é ótimo para a região do rosto e não tem contraindicações. Quem garante é o dermatologista Alberto Cordeiro, que explicará tudo sobre o procedimento.

 

Benefícios do soro fisiológico no rosto

Para quem está se perguntando se pode passar soro fisiológico no rosto, a resposta é: não só pode, como deve. Cordeiro explica que o soro possui um poder de hidratação muito grande: o pH do líquido é muito parecido com o do nosso organismo e por isso, ele é facilmente absorvido pela pele, que fica mais macia e aveludada ao toque, sem aumentar a oleosidade.

Inclusive, o soro é até melhor do que a água para este fim. “Muitas vezes, a água pode irritar a pele, ainda mais se for uma água muito clorada, com um teor de acidez muito diferente da pele”, explica o dermatologista.

Apesar de o soro ajudar a limpar e a hidratar, ele não substitui o sabonete e nem o hidratante para o rosto. “Como ele é líquido e fica menos tempo em contato com a pele do que um creme, a hidratação é mais passageira. Além disso, o soro não tira a camada de sebo, de gordura e de sujeira. Para isso, tem que usar o sabonete mesmo”, avisa Cordeiro.

Como usar?

Lave o rosto normalmente, com água e sabonete. Quando for enxaguar a espuma, ao invés de fazê-lo com água, use o soro, e seque delicadamente. Depois, aplique o hidratante.

Dá também para passar o soro depois de ter lavado o rosto normalmente apenas com água e sabonete. Basta embeber um algodão ou uma gaze com o líquido e passar suavemente sobre a pele.

De acordo com o médico, o melhor é deixar o soro gelado. “Assim, o líquido não dissolve a camada natural de proteção da cútis, que é o que acontece quando ele está quente. A temperatura gelada faz com que os vasinhos de sangue fiquem mais estreitos e, por isso, o soro também ajuda a tirar a vermelhidão da pele”, explica.

O processo deve ser repetido, no máximo, duas vezes por dia. Mais do que isso, é grande o risco de a pessoa desenvolver um processo chamado de “oleosidade rebote”. “Quando lavamos o rosto, ou mexemos nele de alguma forma, a pele ‘entende’ que está sendo manipulada e começa a produzir mais oleosidade do que o normal”, esclarece Cordeiro.

Fonte: Bolsa de Mulher

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