Cotidiano

Como adaptar o bebê ao berçário?

Atualizado em: 11/02/2014

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O fim da licença maternidade coloca as mulheres em uma situação difícil. Muitas delas se veem obrigadas a deixar seu pequeno aos cuidados de outras pessoas, muitas vezes desconhecidas, o que pode gerar uma sensação de insegurança para a mãe e consequentemente para a criança.

Alguns cuidados simples contribuem para a ida da criança à escolinha ou creche seja tranquila e nada traumática.

Escolha do berçário

A escolha do berçário é o ponto mais importante para que essa transição se dê sem sustos. Além dos pré-requisitos claros, como limpeza e boa infraestrutura, é fundamental observar como as cuidadoras lidam com os bebês. Por isso, realize algumas visitas antes de matricular seu filho. Se possível, leve-o consigo para que reconheçam o ambiente juntos.

Introduza alimentos sólidos

Aos seis meses de idade o leite materno deixa de ser a única fonte de nutrientes do bebê. Os alimentos sólidos devem ser introduzidos gradualmente na dieta do pequeno e esta função é primordialmente dos pais. Pelo menos 15 dias antes de ser levado ao berçário, o bebê deve se familiarizar com o gosto e a textura dos alimentos. A ausência da mãe e a alteração alimentar ao mesmo tempo podem perturbar o bebê.

Crise da separação

Entre oito e nove meses, o bebê passa por uma fase conhecida como crise da angústia ou separação. Ao criar a consciência da figura materna, ele passa a acreditar que ela pode abandoná-lo a qualquer momento. Crises de choro que apenas a mãe resolve são comuns nessa fase. Leve o pequeno ao berçário munido de naninhas ou paninhos, objetos que substituem a figura materna no imaginário infantil.

Controle a emoção

Nas horas de separação, os adultos costumam sofrer mais do que as crianças e acabam passando essa insegurança e angústia a elas. É importante que os pais se mantenham calmos e tranquilos, passando confiança ao pequeno. Nada de chorar ou na frente do seu filho, por menor que ele seja.

Fonte:

Cotidiano