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​Meu filho ainda não fala: o que fazer? Aprenda a estimular

Atualizado em: 18/06/2015

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É fato que cada criança tem um tempo específico para se desenvolver e com a fala não é diferente. No entanto, é sempre preciso ficar atento aos comportamentos vocais do bebê para certificar-se de que o seu desenvolvimento está dentro da normalidade esperada.

Quando um bebê deve começar a falar?

“A primeira forma de linguagem da criança é o choro. A mãe, com o tempo, passa a reconhecer cada um deles. Ela sabe se é fome, dor ou sono”, exemplifica a fonoaudióloga Adriana Saad, especialista em distúrbios da comunicação.

Segundo a profissional, o desenvolvimento da fala do bebê depende da associação de vários fatores. “A integridade orgânica e as condições biológicas são importantes para que as crianças falem. Mas, elas não são as únicas. As influências sociais, psicológicas e afetivas fazem muita diferença durante o processo”, conta.

Além dos sistemas neurológico, auditivo e motor, o psicológico também precisa estar preservado. Por isso, Adriana explica que atenção, afeto e carinho fazem muita diferença na comunicação. “Se todos esses sistemas estão preservados, o desenvolvimento da fala se da normalmente através de modelos auditivos e de um meio ambiente estimulador”, diz.

Como estimular a fala do meu filho

Conversar, ensinar o nome dos alimentos e as partes do corpo, cantar durante o banho, ler livros e mostrar figuras e usar linguagem simples são, segundo a fonoaudióloga, as melhores forma de estimular a fala da criança.

Meu filho fala pouco: o que fazer?

Dos 4 aos 6 meses, bebês emitem sons guturais (grrr); dos 6 aos 8, começam a balbuciar (baba, gugu, dada); a partir dos 12 emitem palavras simples; entre 12 e 20 falam palavras simples e conhecem seus significados; e a partir dos 24 já conhecem muitas palavras e formulam frases simples.

Se o bebê ou a criança está com o desenvolvimento muito distinto do esperado, o adequado é procurar um profissional para que uma avaliação seja feita. “Após a avaliação a gente consegue dar as orientações para que a família supere o problema da melhor maneira possível”, finaliza Adriana.​

Fonte: Da Redação com Bolsa de Mulher

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