Verônica Lisboa

Verônica Lisboa

Economista por formação, pós-graduada em marketing de varejo e serviços, sócia da Nação Eco. Apaixonada por dois homens: Sérgio e João (marido e filho).

Leseira

Gente, cuidado com as leseiras. Nós mulheres temos tantas atribuições diárias, mas mesmo assim conseguimos perder tempo com futilidades como cair no conto do vigário que tal produto consegue reduzir medidas, diminuir estrias.

Acatamos dietas loucas ou produtos que prometem fazer perder peso significativo, em 5 dias. Quando, na realidade sabemos, que o ideal é nos cuidarmos de forma natural e saudável. Assim poupamos tempo e dinheiro.
Até quando, a maioria de nós, consideraremos que quebrar uma unha é um dos piores problemas da face da terra? Que não conseguir ir ao cabeleireiro é triste por demais?

Ai… como somos sonhadoras, românticas e até fúteis mesmo, e o pior, nem percebemos que praticamos essas sandices!

romantismo feminino
Os homens estão bem certos em algumas observações ao nosso respeito. Voilà; – Que não se animem os marmanjos em achar que tudo que pensam a respeito das mulheres está certo.

A verdade é que somos múltiplas, conseguimos fazer muito com pouco: pouco tempo, pouco dinheiro, pouco reconhecimento e pouca empatia, isso chama ainda mais a atenção, pouca empatia em relação a nossas colegas. Ainda não paramos para pensar, por exemplo, que a mãe do coleguinha do nosso filho, nossa conhecida, está com problemas na escola e que podemos ajudá-la, de que se elogiássemos nossas amigas em seus acertos; – elas podem avançar mais rapidamente naquilo em que dominam.

Precisamos nos unir sem escudos, sem meio termo, sem achar que somos ‘donas do pedaço’. Daí sim, as conquistas serão de melhor qualidade e intensidade. Imagine: Se somos multifacetadas, com união sincera, ninguém segura a mulherada.

Pergunto: Será que a leseira de nos preocuparmos com a unha quebrada, cabelos não escovados, entre outros problemas imperceptíveis, está nos levando ao marasmo, ao crescimento pífio comparativamente ao outro sexo?

Proponho refletirmos sobre nossas ações cotidianas.

Verônica Lisboa

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