Verônica Lisboa

Verônica Lisboa

Economista por formação, pós-graduada em marketing de varejo e serviços, sócia da Nação Eco. Apaixonada por dois homens: Sérgio e João (marido e filho).

Decisões domésticas de fato

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Nessa semana tenho uma preocupação em particular: como os pequenos serviços em casa demandam tempo e atenção especial. Se não dedicarmos o tempo preciso a cada um desses serviços para organizar melhor o cotidiano do lar, ficaremos sempre no meio do caminho, seja com a cabeceira da cama que ficou ultrapassada ou com os estofamentos das cadeiras de jantar. Esses são apenas dois exemplos de muitos afazeres que temos que dar conta, isso se quisermos manter tudo em ordem. Sempre fica alguns detalhes para depois. Essa atualização é que o “X” da questão.

O melhor é planejar a realização desses serviços desejados por cômodo. Fazer um de cada vez. Só depois de um cômodo concluído é que se deve passar para o outro, sempre traçando um cronograma para a conclusão de todas as pendências.  Lembrando que, no mínimo a cada 5 ou 6 anos, precisaremos refazê-las, atualizá-las…

Ter a mão uma listinha de bons profissionais é o segredo para um serviço bem feito, sem grandes atropelos. Sem dúvida, uma tarefa muito difícil. Quase impossível não contar com alguns dias com dores de cabeça, isso é apenas um pequeno detalhe para nós mulheres…

Em meio a essas tarefinhas que são necessárias e, só nós, donas de casa, podemos decidir ou não realizá-las, estão as demais tarefas essenciais, que é ajudar o filho no dever de casa, manter as vacinas das crianças e dos pets atualizadas, dar atenção aos pais, tratar da nossa saúde e bem estar, entre outras dezenas de atividades que cada uma de nós mulheres temos que realizar.

Não é para qualquer um. Só sendo mulher para dar conta de tudo, mesmo ficando ainda um ‘fantasminha’ todas as noites nos assombrando de que esquecemos de algo importante. Precisa-se inventar um robô-assistente de mulher. Merecemos não?

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