Bem Estar

Além de promover a saúde da alma, música também faz bem ao corpo

Atualizado em: 18/04/2016

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musicoterapia-e-a-relacao-com-o-esquizofrenico-4-626-thumb-570O que pode ser mais reconfortante do que ouvir no rádio uma música que marcou uma fase alegre da vida em um dia de desespero ou solidão? “A música une as pessoas. É o mais profundo medicamento não químico.” A afirmação é do neurologista inglês Oliver Sacks, autor do ótimo Alucinações musicais. Segundo ele, o poder da música para integrar e curar é fundamental. Para o escritor indiano Salman Rushdie, em seu romance O chão que ela pisa, a música é o dom divino que nos salva da miséria humana.

A ciência concorda com a música: ritmo, melodia e movimentos são exclusivos do homem, fundamentais na evolução humana e com efeitos ativos no cérebro. Pessoas com Alzheimer ou que sofreram derrame respondem a estímulos da música, por exemplo.

O musicoterapeuta e professor de Yoga Diogo Camargo utiliza o poder da música para cuidar de pacientes com as mais variadas questões: “Yoga e música são ferramentas que abrangem a totalidade do ser, partindo para a vivência prática e visceral, concretizando na matéria consciência, harmonia, cura, orientação, ritmo, disciplina e valores éticos”. Além das sessões de musicoterapia, Diogo gravou o CD Mantras do Coracão, com Marcio Assumpção, e toca em aulas de Yoga ao lado de Anita Carvalho. “Faço práticas silenciosas também. Acredito na tradição, em praticar asanas ouvindo apenas a respiração. Mas a música me trouxe mais uma ferramenta para ir de encontro com a minha natureza. Vi que os alunos também ficaram mais conectados na aula”, explica a professora.

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