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5 funções extraordinárias do cordão umbilical explicam mágica união entre mãe e bebê

Atualizado em: 04/04/2017

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O cordão umbilical é a ligação física entre a mãe e o bebê em gestação. Os nutrientes, anticorpos e oxigênio passam da corrente sanguínea da mãe para a do bebê e fluem para dentro do corpo dele através da malha umbilical.

A via, que permite a comunicação entre o embrião e a placenta, é caracterizada por ser constituída por duas artérias e uma veia, envolvidas por uma espécie de substância gelatinosa (a geleia de Wharton).

Além de ligar a mãe ao bebê, que outros papéis fundamentais têm o cordão umbilical? Conheça abaixo:

Propriedades do cordão umbilical

1. Nutrição e respiração
O cordão umbilical é responsável por garantir a nutrição do feto e a troca gasosa que é feita da seguinte maneira: a veia umbilical transporta sangue rico em oxigênio proveniente da placenta e as artérias umbilicais transportam sangue pobre em oxigênio, assim a placenta é responsável em exercer o papel dos pulmões, já que os mesmos ainda não estão funcionando. Assim sendo, corte do cordão umbilical, por exemplo, já é sabido que não deve ser realizado imediatamente após o nascimento, pois permite uma adaptação da respiração mais lenta e gradual.

2. Estoque de células tronco
No endotélio e subendotélio da veia do cordão umbilical podem ser encontradas células-tronco mesenquimais. Essas células ainda não têm sua função definida e por um processo de diferenciação ainda não bem definido podem se transformar em outras células do corpo conforme a necessidade de desenvolvimento do feto.

3. Desenvolvimento intrauterino
O cordão é vital para a vida intrauterina, para o crescimento e desenvolvimento do bebê. Ele alimenta o bebê, transporta hormônios e enzimas mas, além disso, dispõe de um espaço com vilosidades onde se realizam funções endócrinas, relacionadas com o metabolismo.

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4. Conexão energética
Do ponto de vista energético, o cordão não é só a ponte entre a placenta e o bebê e um mensageiro nutricional, ele é a conexão energética entre mãe e filho. Através dele se transfere toda a carga emocional, todo o amor e carinho, partilhado entre ambos. Por isso, existem mães que muitas vezes têm essa intuição de que algo não está bem com o filho, porque todos os sentimentos, emoções, pensamentos e energias que o bebê possui são também sentidos pela mãe e vice-versa.

5. Transmissão de emoção
Paralelamente ao cordão umbilical, energeticamente falando, encontramos um fio formado por uma malha energética chamado “vínculo materno”, ou vínculo entre mãe e filho. Igual ao cordão umbilical, este vínculo também é gerado durante a gravidez e formado pela energia que emana a mãe, dirigida ao filho através do cordão umbilical. Isto é óbvio que afeta o bebê não só quando está no ventre materno, mas também depois de nascer. Em alguns casos, os recém-nascidos têm dificuldade em mamar ou, com o passar dos anos, não sentem essa necessidade de uma relação mais estreita com a mãe porque durante a gravidez a mãe lhe transmitiu sentimentos de rejeição, insegurança, medo que o bebê assumiu e, se não foram tratados, continuam a aumentar até atingir uma idade mais adulta.

 

Fonte: Bolsa de Mulher

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