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Opções: Esmaltes para quem tem alergia

Atualizado em: 09/02/2013

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Reações alérgicas nas pálpebras e no pescoço podem ser mais graves e inconvenientes do que se imagina. Nesses locais, a intolerância à substâncias existentes nos esmaltes se manifestam com maior frequência.

Os componentes Formaldeído e Tolueno são os grandes “vilões” químicos escondidos nos vidrinhos. Segundo a dermatologista Fabianne Lucas de Andrade, geralmente a alergia ocorre por sensibilização, ou seja, após muitos anos de uso do esmalte. "A cada contato a substância vai 'sensibilizando' o organismo, e ele produz anticorpos que podem gerar a alergia depois de algum tempo”, explica.

A dermatite de contato (como é chamada a alergia causada pelo esmalte) não tem cura, mas pode ser controlada com visitas frequentes ao dermatologista e pomadas e cremes prescritos. “Mas se a paciente voltar a usar esmaltes com essas substâncias, o quadro se repete” alerta a Dra. Juliana Lucas.

Marcas com preços acessíveis e encontradas facilmente no mercado brasileiro oferecem produtos para as alérgicas, como Colorama, Artdeco, Revlon e Risqué. Para quem pode gastar um pouco mais com beleza, fórmulas importadas não faltam. A blogueira de moda Alessandra Garattoni fala de suas preferências: “As marcas francesas não podem mais [por lei] colocar em seus esmaltes as substâncias que dão alergia, e as americanas seguiram a mesma tendência. Com isso, um leque enorme se abriu e a variedade de cores atualmente é a mesma pra todo mundo. Gosto muito de Chanel e Essie, são as que mais uso, mas antes disso, quando eu era mais nova e só tinha Almay e Clinique (as hipoalergênicas dos anos 90), eu vivia fazendo minhas próprias misturas e criando minhas próprias cores”, conta.

Ao primeiro sinal de alergia nos locais citados, não demore para consultar um médico, pois as lesões crônicas podem evoluir para infecções graves. E uma vez diagnosticada a dermatite, é importante lembrar: o uso de esmaltes comuns deve ser suspenso para sempre.

Na hora de comprar esmaltes especiais, fique de olho no rótulo e fuja dos componentes alérgicos – o dermatologista poderá orientar individualmente e apontar quais são os agentes inadequados para cada pessoa.

Delas

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